Ninguém consegue ler letras chinesas! Epah não me venham com merdas!! Ninguém consegue ler aquilo, quanto mais uma população inteira de mais de um bilião de pessoas. É impossível tanta gente saber ler aquilo.
O que acontece é que eles têm os olhos diferentes dos nossos, e isso tinha que servir para alguma coisa. Deus quando criou o mundo sabia o que estava a fazer. O processo é semelhante ao que se passa connosco quando vamos a um cinema 3D - aquilo não parece grande coisa e vê-se desfocado, mas quando pomos os óculos ficamos a ver os personagens dum modo diferente e tudo faz sentido. É isto, os chineses vêm já equipados de origem com os “óculos”, olham paquela catrefada de símbolos e vêem uma frase normal (talvez até em português, ninguém sabe dizer) enquanto que nós vemos tudo desfocado.
Cada caractere chinês compacta muita informação, um caractere pode ser uma frase inteira. O que é perigoso, porque enganamo-nos ali num tracinho e passamos de: “Num belo dia de sol” para “Tou à rasca do hemorroidal” – compreendem que fica mal num poema...
Percebe-se também porque a china é uma potência mundial cada vez mais emergente – ninguém naquele país gasta muito dinheiro quando envia telegramas. É só um símbolozinho e dá para contar as férias de verão aos avós.
Outra coisa em que são muito particulares é na alimentação. A questão de comerem com pauzinhos...não sei se é por uma razão de requinte ou até de delicadeza, mas nisso tou de acordo com eles, é sempre bom ser requintado enquanto se come um belo cãozinho ou uma ratazana.
Não gosto nada de comida chinesa, acho-a uma merda para falar bom português. No entanto, muita gente que conhece a verdadeira cozinha chinesa diz que não é nada parecida com o que nós cá comemos como sendo. Acredito que sim, uma vez que lá eles têm o seu famoso arroz Xau Xau; cá tem que ser arroz Rafeiro Alentejano ou arroz Perdigueiro. Perde-se muito, parecendo que não...
Tzin tsiu
quinta-feira, 19 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Estou calmo
É um fenómeno interessante o que se passa com as pessoas quando estão dentro dum automóvel. Toda a gente ganha uma coragem incrível e uma grande dose de agressividade para com os outros condutores em particular e para o mundo em geral. Nos momentos dentro do carro nós simplesmente não gostamos de nada nem ninguém.
Acho que se puséssemos as forças armadas a combater dentro de carros voltaríamos a ter um império mundial.
Uns adoptam a táctica de barafustar e fazer gestos para os outros condutores; outros preferem uma postura mais passiva e limitam-se a fazer “aquele olhar” quando passam pelo carro do inimigo. Seja como for, todos nos alteramos quando estamos ao volante.
Não há nada como buzinarmos a outra pessoa ou fazer sinais de luzes. Quantas vezes vou eu na estrada e vem alguém de frente e peço para que ele não baixe os máximos? É fantástico brindá-lo com os máximos também.
Ou nos semáforos, quando tou à espera com a mão na buzina no caso da pessoa que está à frente demorar um segundinho a mais. Ganho o dia quando buzino à grande.
O carro é sempre um símbolo de posição social e muita gente faz questão de ter um carro que demonstre as suas posses. No entanto, para mim os carros não se medem pela potência, pela velocidade que atingem, pelo conforto e segurança que proporcionam, pela beleza e raridade. Nada disso. O valor de um carro mede-se pela quantidade de olhares invejosos que recebemos quando passamos dentro dele ou pela quantidade de expressões ou pensamentos como: “deve andar a vender droga” ou “deve ser mafioso”.
Estes sim são os verdadeiros indicadores do valor dum carro.
Para terminar quero partilhar algo que talvez me valha o Nobel da Medicina ou da Química, qualquer coisa dessas. Vou revelar o melhor calmante de sempre. Algo que até consegue acalmar os condutores – macacos do nariz!!. Já repararam que os condutores só conseguem tar calmos quando estão parados no trânsito a vasculhar o nariz? Até assusta quando estamos parados e olhamos para o lado. Já sabemos o que vamos encontrar – muita gente a medicar-se.
Adeus Xanax, já não precisamos de ti.
Acho que se puséssemos as forças armadas a combater dentro de carros voltaríamos a ter um império mundial.
Uns adoptam a táctica de barafustar e fazer gestos para os outros condutores; outros preferem uma postura mais passiva e limitam-se a fazer “aquele olhar” quando passam pelo carro do inimigo. Seja como for, todos nos alteramos quando estamos ao volante.
Não há nada como buzinarmos a outra pessoa ou fazer sinais de luzes. Quantas vezes vou eu na estrada e vem alguém de frente e peço para que ele não baixe os máximos? É fantástico brindá-lo com os máximos também.
Ou nos semáforos, quando tou à espera com a mão na buzina no caso da pessoa que está à frente demorar um segundinho a mais. Ganho o dia quando buzino à grande.
O carro é sempre um símbolo de posição social e muita gente faz questão de ter um carro que demonstre as suas posses. No entanto, para mim os carros não se medem pela potência, pela velocidade que atingem, pelo conforto e segurança que proporcionam, pela beleza e raridade. Nada disso. O valor de um carro mede-se pela quantidade de olhares invejosos que recebemos quando passamos dentro dele ou pela quantidade de expressões ou pensamentos como: “deve andar a vender droga” ou “deve ser mafioso”.
Estes sim são os verdadeiros indicadores do valor dum carro.
Para terminar quero partilhar algo que talvez me valha o Nobel da Medicina ou da Química, qualquer coisa dessas. Vou revelar o melhor calmante de sempre. Algo que até consegue acalmar os condutores – macacos do nariz!!. Já repararam que os condutores só conseguem tar calmos quando estão parados no trânsito a vasculhar o nariz? Até assusta quando estamos parados e olhamos para o lado. Já sabemos o que vamos encontrar – muita gente a medicar-se.
Adeus Xanax, já não precisamos de ti.
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