Há uma palavra que sempre me irritou e que nunca a uso ou usarei, excepto nos próximos 2 minutos em que vou falar bastante dela. A palavra é mesmo essa - “bastante”.
Em primeiro lugar porque acho que é uma palavra muito longa e demora muito tempo a ser dita: “gosto bastante de ver a fanfarra dos bombeiros a tocar” – quando se acaba de a dizer já toda a gente foi embora pra casa jantar.
Depois, também acho que é uma palavra que não soa bem, salvo raras excepções em que é utilizada como última palavra da frase.
Finalmente, se formos analisar a palavra, bastante virá certamente de bastar, e uma coisa quando basta significa que é suficiente, e não que é algo que abunda. Isto é “bastante”, ou seja, isto basta. Como em “gosto suficientemente das amigas que são feias mas que são simpáticas” - não significa que goste muito.
Se for para usar uma expressão que pretenda mostrar uma grande quantidade não há nada que enganar: “comó caralho”.
“Este indivíduo joga bastante bem ténis”... mas joga mesmo bem? Joga mais ou menos? É um campeãozinho do mundo? - não se percebe bem o ênfase. Agora se for: “este gajo joga bem comó caralho”, aí toda a gente fica a saber que ele é mesmo bom!
Outra expressão muito eficaz a demonstrar isto é o “Até dizer chega!”. Podem pensar que esta expressão é mais fraquinha do que “comó caralho”, mas não é. Apenas depende de quem a utiliza. Apenas alguns mestres têm a capacidade de a utilizar sabiamente e de forma eficaz, mas quando isto acontece é algo que não deixa dúvidas – é até dizer chega!! Até alguém dizer chega a situação continua a ocorrer. Já viram o poder disto? Imaginem se for num país em que não falam português...
Honestamente, se me dessem oportunidade de conhecer qualquer pessoa que já tenha existido, gostava de conhecer a pessoa que inventou esta expressão. Dizem muito bem do Einstein e Da Vinci e tal, mas nunca soube de nenhum deles ter inventado o “até dizer chega”. “Cuidado que a bomba atómica tem força até dizer chega!” – tinha sido bom se o tuga que inventou isto tivesse dado umas dicas ao Einstein.
Por isso espero, não que gostem bastante deste artigo, mas sim que gostem até dizer chega. Continuem a ler este blog até dizer chega.
Se não gostaram deste artigo é porque são estúpidos comó caralho... até dizer chega.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Bigodes para todos os gostos!
Todos os homens são fãs de bigodes, especialmente os tugas. Várias décadas em Portugal foram dominadas por homens com os seus imponentes e luxuosos bigodes de que eles se orgulhavam tanto, tornando em todo o mundo o bigode português uma marca registada deste grande país.
Ao longo dos anos, e mais recentemente, tem-se vindo a perder esta moda em Portugal, estando as gerações mais recentes afastadas desta "fashion trend", não deixando crescer estes pelinhos simpáticos que todos os seres humanos possuem por cima do seu lábio superior.
Pergunto-me porque é que será, uma vez que o bigode pode proporcionar tantas e variadas situações agradáveis.
Juventude de hoje, larguem as noitadas, a alcaria e as revistas para homens, e dediquem-se a deixar crescer o bigode. Que manhã pode ser melhor começada, do que uma em que pegamos na tesoura, frente-a-frente com o espelho e começamos a aparar o belo do bigode, seguido de uma sessão de fotos e de umas medições, para comparar com as do dia anterior. Não me lembro de nada que faça uma pessoa querer levantar-se da cama de manhã, à excepção de ser para aparar o "sacana".
Sem bigode, digam adeus aos snacks a meio da tarde, pois ele funciona também como uma dispensa ambulante, e mais, se gostam de dar prazer a uma mulher nada melhor que uma bigodaça para fazer metade do serviço.
Não só os homens portugueses eram conhecidos pelo bigode, os nossos "irmãos" brasileiros também defendem que as portuguesas têm bigode.
Tenho que demonstrar o meu desagrado com esta afirmação, uma vez que nunca conheci uma mulher portuguesa com bigode, pelo menos no buço.
Portanto jovens deste país, não deixem essa bela tradição portuguesa cair em desuso, e tratem de deixar crescer o bigode, aonde acharem que ele fica melhor.
peace.
Ao longo dos anos, e mais recentemente, tem-se vindo a perder esta moda em Portugal, estando as gerações mais recentes afastadas desta "fashion trend", não deixando crescer estes pelinhos simpáticos que todos os seres humanos possuem por cima do seu lábio superior.
Pergunto-me porque é que será, uma vez que o bigode pode proporcionar tantas e variadas situações agradáveis.
Juventude de hoje, larguem as noitadas, a alcaria e as revistas para homens, e dediquem-se a deixar crescer o bigode. Que manhã pode ser melhor começada, do que uma em que pegamos na tesoura, frente-a-frente com o espelho e começamos a aparar o belo do bigode, seguido de uma sessão de fotos e de umas medições, para comparar com as do dia anterior. Não me lembro de nada que faça uma pessoa querer levantar-se da cama de manhã, à excepção de ser para aparar o "sacana".
Sem bigode, digam adeus aos snacks a meio da tarde, pois ele funciona também como uma dispensa ambulante, e mais, se gostam de dar prazer a uma mulher nada melhor que uma bigodaça para fazer metade do serviço.
Não só os homens portugueses eram conhecidos pelo bigode, os nossos "irmãos" brasileiros também defendem que as portuguesas têm bigode.
Tenho que demonstrar o meu desagrado com esta afirmação, uma vez que nunca conheci uma mulher portuguesa com bigode, pelo menos no buço.
Portanto jovens deste país, não deixem essa bela tradição portuguesa cair em desuso, e tratem de deixar crescer o bigode, aonde acharem que ele fica melhor.
peace.
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